Olá eu sou Juscys Morais, psicóloga, com experiência no atendimento de famílias. Hoje eu abordarei sobre o relacionamento pais e filhos? Vem comigo!
Afinal, porque o título a espera de um abraço?.
Um abraço era um dos motivos de pai e filho que buscavam atendimento psicológico comigo estarem afastados.
Esse fato,chamou-me a atenção, para a seguinte questão: como as pessoas expressam sua afetividade no contexto familiar. Como famílias desentendem-se ao ponto de criarem uma barreira de defesa e tornarem-se praticamente pessoas que somente convivem em uma mesma casa, não dialogam, apenas compartilham o mesmo teto!
Observe a rotina de pais que passam o dia fora de casa, chegam, realizam as tarefas do lar, mas ao final do dia deitam-se no sofá e buscam o whatssap como ferramenta de comunicação. Observe o filho que isolado em seu quarto realiza todas suas atividades não as compartilhando com os pais.
Faça esse teste:
Você mãe:
Quantas vezes brigou sem motivos com seu filho?
Quantas vezes você perguntou ao seu filho como foi seu dia?
Quantas vezes abraçou seu filho?
Você leu essas perguntas?
Agora reflita com você mesmo sobre: Como se sente em relação a suas respostas?
Outro termômetro para você que é pai ou mãe
:
Qual o tom de voz com o qual você fala com seu filho?
É um dialogo ou uma briga?
É conversa ou conselho?
Você é um bom ouvinte?
Essas são somente algumas indagações que poderão lhe orientar na busca da compreensão de como você se expressa no relacionamento com o seu filho.
Amanhã postarei um pouco sobre o nome dado a esses comportamentos, a agressividade, a capacidade de falar como se sente, e a capacidade de falar como se sente sem agredir ao outro! Trarei algumas pesquisas que lhe farão refletir sobre esse comportamento!
Boa noite caro leitor! Pense sobre isso!

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